Coreia do Sul por conta própria? Por que não?

A Coreia do Sul entrou no meu radar desde que conheci o Japão e a China, e que fizemos tudo sem guia e sem excursões e deu certo. Com a Coreia não poderia ser diferente.

Como curiosidade: para os coreanos são uma só Coreia e um só povo, não existe do Sul e do Norte.

Num voo da United Airlines, saímos de BH, com conexão rápida em SP e fomos para São Francisco onde ficamos por um dia e uma noite e contei aqui. Antes de chegar a Coreia ainda passei 5 dias incríveis em Hong Kong e Macau e contei tudo aqui.

Praia de Haeundae

Fiquei por 9 noites e 8 dias inteiros no país e foi pouco.

Busan - 2 noites
Gyeongju - 1 noite
Seoul - 6 noites

Saímos no 1º dia de Hong Kong para Busan num voo direto pela HK Express às 08h55. Chegamos no aeroporto de Busan e nos hospedamos no Mama Guest House, um hostel com quarto e banheiro privativo super bem localizado. Almoçamos em um restaurante ao lado do hotel (abaixo o vídeo da carne cortada com a tesoura, muito comum na Coreia) e fomos conhecer a praia de Haeundae. Voltamos caminhando pela orla.



Nosso primeiro chopp na Coreia 




Excelente loja de conveniências presente em toda a Coreia do Sul

Região bem moderna

Compramos o café da manhã no 2º dia em uma padaria pertinho do hotel com um chocolate quente de uma lojinha em frente. Depois de saborear as delícias (a Coreia tem padarias deliciosas) fomos tentar comprar os tickets para o Busan Sky Capsula, que por erro nosso, não compramos antecipadamente.

Bilheteria para comprar o ticket Busan Sky Capsula

Todo ponto turístico importante precisa comprar antes, o mundo está lotado de turistas.

Chegamos antes da bilheteria abrir, ficamos na fila e conseguimos para a tarde. Não é fácil, foi muita sorte.

Decidimos pegar um Uber (mais rápido e preço justo) e fomos ao bairro de Gamcheon Culture Village. É uma vila fofinha, cheia de restaurantes, padarias e lojinhas de souvenir e artesanato, formada por refugiados da guerra da Coreia. Tudo lá tem referência ao Pequeno Príncipe,  que simboliza a redescoberta, a inocência e a jornada. uma história de superação.



Estátua famosa, a fila para as fotos junto dele é gigante




Tem pão de queijo na Coreia

Paisagem que o Pequeno Príncipe está admirando


Na volta passamos por Dongsam Sea Stream, uma região linda que tinha cerejeiras em flor ao longo do rio.







Quando deu nosso horário, voltamos até a estação do Sky Capsula. Fizemos um lanche logo na entrada da estação, onde ficam várias barraquinhas de comida.


Comidinhas de rua - churrasquinho com molho agridoce

batata frita em espiral

Embarcamos na nossa capsula colorida que locomove a 7 metros de altura acima e ao longo da linha férrea (tem trem também por baixo) e sempre a beira mar. Ela liga as estações Mipo e Cheongsapo. O bondinho percorre uma distancia de 2km e demora 30min, a uma velocidade agradável de 4km/h. Cabem até 6 pessoas em cada cápsula.



As cápsulas são coloridas e sempre privativa para cada grupo

No caminho além de apreciar a maravilha do mar, vimos alguns miradores incríveis, que desafiam a engenharia, como o Haeundae Blue Line Park.

Haeundae Blue Line Park

Descemos no Cheongsapo Daritol Skywalk e ficamos boquiabertas com tanta tecnologia de construção seguras e belas. 





Cheongsapo Daritol Skywalk



No nível do mar e sob os trilhos da cápsula, passa o trem

Até as barreiras de contenção (quebramar) são lindas e bem feitas.


Depois do passeio de bondinho fomos ao Haedong Yonggungsa, templo budista com vista panorâmica para o mar, fundado em 1376.




 
Conhecemos o buda Gigante, o buda reclinado e apreciamos as belas construções em todo o templo.




Buda reclinado

Buda gigante

De lá fomos para o Lotte Premium Outlets, que é lindo e na verdade é um Mall ao lado de um outlet e mais sofisticado (caro). Aproveitamos e fomos em uma Olive Young fazer um teste de pele gratuito.

Lotte Premium Outlets

Máquina que faz o teste de pele

Seguimos então para a ponte Gwangalli, para ver a iluminação à noite. Mas primeiro entramos em um restaurante de churrasco coreano (cada mesa tem sua churrasqueira) em frente a ponte e foi um experiência bem legal.






ponte Gwangalli

Depois de um café da manhã no 3º dia fomos de ônibus de Busan para Gyeongju. A viagem foi de 1h30 em um ônibus bem confortável que saia bem pertinho do nosso hotel, a cada 30 minutos.

Bem confortável o ônibus de Busan para Gyeongju

Chegamos em Gyeongju e fomos a pé para o nosso hotel Gonggan, muito bom e ficava perto da rodoviária. Só deixamos a bagagem na recepção e seguimos de ônibus para as encostas do Monte Tohamsan, visitar o Templo Bulguksa, um belo templo budista, construído no século VIII durante a dinastia Silla, além de ser Patrimônio Mundial da UNESCO.






Época das Magnólias, tão belas quanto as cerejeiras






Depois em um ônibus do próprio complexo, fomos a Gruta de Seokguram, onde abriga uma monumental estátua de Buda em granito voltada para o Mar do Leste, que não é permitido fotografar dentro.

Templo na gruta

Saída do templo onde fica o Buda


Voltamos para a região central no nosso hotel, nos acomodamos nos quartos e saímos para o ver Cheomseongdae Observatory considerado uma das instalações científicas mais antigas da terra. Ele fica no parque aberto, bonito, arborizado e com um belo por do sol.

Cheomseongdae Observatory



De lá fomos jantar em um típico restaurante coreano. Não tinha cardápio, é menu único, só pode escolher se quer pouca pimenta ou muita pimenta. Nossa escolha foi óbvia (pouca pimenta), mas mesmo assim estava de lascar. Mas deliciosa a comida. Os talheres ficam na gavetinha da mesa na maioria dos restaurantes na Coreia.

Impossível saber o nome do restaurante

 
Massa com costelinha




Caminhando depois do jantar chegamos ao Palácio Donggung e a Lagoa Wolji, para ver a maravilhosa iluminação noturna e reflexos na lagoa. É deslumbrante.







 No 4º dia, tomamos café no hotel e saímos cedo para o parque dos túmulos Reais (Daereungwon). O parque é um famoso complexo que abriga 23 grandes tumbas cobertas de grama pertencentes a reis e nobres da antiga dinastia Silla, tem mais de 1.500 anos  e faz parte do Patrimônio Mundial da UNESCO.







Pisar ou subir em uma tumba é multa de 20 milhões de won e prisão de 2 anos.



É possível entrar em um dos túmulos escavados, como o Cheonmachong (Tumba do Cavalo Celestial), para observar como eram construídos e ver réplicas de relíquias de ouro, joias e coroas encontradas no local. Não entramos, não tivemos interesse.

Entrada da tumba permitida visitação

Fomos então passear na rua de comércio local, com seus artesanatos.

Principal rua de comércio de Gyeongju

Depois ainda conhecemos a Gyochon Traditional Village, uma vila folclórica coreana, que hospeda vários eventos, incluindo apresentações de música tradicional coreana. É cheia de lojas e restaurantes.





De lá fomos até a ponte Woljeonggyo, que foi construída em estrutura de madeira coberta no ano de 760d.C. durante a dinastia Silla, mas foi destruída durante a dinastia Joseon, mas reconstruída fielmente e reaberta ao público em abril de 2018.  
ponte Woljeonggyo vista por fora


Muito comum as vestimentas antigas para fotos



Voltamos ao hotel, pegamos nossa bagagem que havíamos deixado na recepção e seguimos para a estação de trem. Nosso trem bala KTX estava marcado para as 15:35h e demorou 2h para chegar em Seul. 
Estação de Gyeongju




dentro do KTX

Chegando em Seul, fomos de metrô para nosso hotel Grid Inn, que ficava muito bem localizado, apesar de estar em uns becos que no Brasil ficaria com medo de entrar, mas na Coreia tudo é muito seguro.

Fomos passear a pé e chegamos ao Gwangjang Market, anteriormente Mercado Dongdaemun, que é um mercado de rua tradicional no distrito de Jongno. O mercado é um dos maiores e mais antigos mercados tradicionais da Coreia do Sul, fundado em 1905. Tinha muita comida boa e algumas bem estranhas para nós. 


Logo bem cedinho no 5º dia, vimos passar uma corrida na rua, principal pertinho do hotel.


Atravessamos por baixo, pelo metrô, e chegamos a um McDonalds para o café da manhã. Bem gostoso e ótima escolha. 

Depois pegamos o metrô para o próximo ponto. O app Tmoney usado direto na carteira do celular facilitou muito. 


Fomos então para o Palácio Gyeongbokgung. O dia estava lindo, o lugar é encantador, cheio de jardins e cerejeiras pra todo lado. As construções são belíssimas. Foi construído originalmente em 1395, mais tarde queimado e abandonado por quase três séculos e, em seguida, reconstruído em 1867. Queríamos ver a troca de guardas, mas por motivo não explicado, naquele dia não teve.

Entrada do palácio Gyeongbokgung














Seguimos para a Aldeia Hanok de Bukchon, que é composta por lotes de becos. Hanok é preservada para mostrar um ambiente urbano de 600 anos. É um local com moradores que estão fartos de tantos turistas inconvenientes.






Paramos para almoçar em um restaurante Mexicano delicioso na região cultural de Insadong. Tinha fila de espera, mas valeu.
Todas as mesas tem um tablet onde escolhemos, pedimos e pagamos. Só depois a comida chega

Fomos passeando pelas ruas com as cerejeiras e chegamos no templo Jogyesa, com suas lanternas coloridas. Ele é o o centro do budismo coreano.

Ruas com cerejeira em flor

Templo Jogyesa



Voltando a pé para o hotel, passamos pela agitada região de Myeongdong, tem de tudo quanto é produto de beleza. Além de roupas, tenis, comidinhas de rua, meias e mais meias (a Coreia tem uma forte cultura de uso e comércio de meias). Era tanta loja que ficamos por lá até a noite. Lá também é que tem a Daiso de 12 andares. E fomos na mais famosa e gigante Olive Young do vídeo abaixo. 


 



Catedral de Myeong-dong


Daiso de 12 andares



Marshmallow recheado de sorvete (ou sorvete coberto de marshmallow) e maçaricado

Na manhã seguinte no 6º dia, após nosso delicioso café no Mc Donalds, fomos conhecer o DDP- Dongdaemun Design Plaza, um incrível complexo multiuso inaugurado em março de 2014, projetado pela arquiteta iraquiana-britânica Zaha Hadid. Considerado a maior estrutura tridimensional amorfa do mundo, seu exterior é revestido por mais de 45 mil painéis de alumínio. Abriga museus, galerias e espaços multiuso onde ocorrem grandes feiras, exposições interativas de arte e tecnologia, e desfiles de moda de marcas globais. Durante sua construção, foram descobertas antigas muralhas e fortificações da Dinastia Joseon, que foram preservadas e integradas ao projeto moderno.

Escultura na entrada do DDP












Em seguida fomos a incrível Starfield Library, são mais de 36 mil livros espalhados por quatro andares e prateleiras que chegam a 22 metros de altura.





Mais uma caminhada curta e chegamos na famosa escultura Gangnam Style, que possui 5 metros de altura e 8 metros de largura e imita a icônica pose do passo de dança "cavalgando" do videoclipe de PSY, que viralizou em 2012. Um sensor de movimento faz a escultura tocar o hit "Gangnam Style" quando os turistas estão debaixo dela e um clip é mostrado na tela ao lado.



Seguimos para a região de Seongsu, cheia de lojas lindas, como a Blue Elephant, loja coreana famosa de óculos. Além das lojas internacionais conhecidas.




interior da Blue Elephant

interior da Blue Elephant

Dior



No 7º dia, pegamos o metrô e ficamos impressionadas com a academia para corredores gratuita e aberta  dentro da estação. Tem colchonete, pesos, elásticos, rolinhos de massagem, água, banheiros e até música. Todos podem usar e tudo fica no lugar, limpo e em ordem sem ninguém tomando conta. Tem até escaninho para guardar seus pertences enquanto sai para correr na rua.


Seguimos para o Yeouido Park, as margens do Rio Han, cheio de cerejeiras em flor e com pessoas fazendo atividades ao ar livre. O espaço é fantástico, com excelente estrutura para famílias se divertirem.






O The Hyundai Seul fica bem pertinho e fomos conhecer. Belíssimo, um luxo.



De metrô chegamos em Hongdae, outra região legal de comércio de Seul. Lugar colorido, agradável, diferente e muitas cerejeiras. Paramos para experimentar o pão de alho de uma padaria de lá. Nunca comi um pão tão delicioso. Parece que era recheado com um creme suave de alho, pincelado com mel e depois assado.

Hongdae





Banheiros públicos limpos e bonitinhos

E mais padarias






E mais cerejeiras

A noite fomos ver o show de águas (Moonlight Rainbow Fountain) da Banpo Bridge sobre o rio Han. Essa ponte fica sobre a ponte Jamsu formando uma ponte de 2 andares. Um show gratuito que acontece todas as noites com mais de 1.100 jatos de água sincronizados com luzes e música. Geralmente, as apresentações ocorrem das 19h30 às 21h30, com duração média de 20 minutos por show, durante a primavera e o verão.





Tem até arquibancada pra assistir o show e estava lotada. Por um motivo que não escutamos, o show foi transferido naquela noite para o outro lado da ponte. Estava todo mundo já sentado, mas deu tempo de chegar ao outro lado.



Na região existem ilhas flutuantes, conhecidas como Some Sevit, e são um complexo de três ilhas artificiais localizadas no sul da famosa Ponte Banpo. Os prédios iluminados, que tem nas ilhas, são lindos.



No 8º dia, acordamos bem cedo para encontrar a excursão as 7h que nos levou a DMZ. Fomos a pé até o ponto de encontro que ficava próximo ao nosso hotel. 

A DMZ é rigidamente controlada. O acesso mais aprofundado a áreas restritas e túneis de infiltração só é permitido através de excursões oficiais autorizadas. Compramos pela Get Your Guide e custou cerca de R$ 350,00 por pessoa. A operadora é a Vip Travel.

A Zona Desmilitarizada (DMZ) é uma faixa de terra de 250 km de extensão e 4 km de largura que divide a Península Coreana. Criada em 1953 após a Guerra da Coreia, tornou-se a fronteira mais fortificada e tensa do mundo, separando a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. 

Chegamos direto em Imjingak, onde os ônibus de turismo param antes de entrar na DMZ. Lá tem lanchonete, banheiros e uma lojinha que vende dinheiro da Coreia do Norte como souvenir. É a última área acessível sem autorização de segurança antes da DMZ.


Lá fica a Ponte da Liberdade, antiga ponte ferroviária usada por prisioneiros de guerra repatriados em 1953, a Mangbaedan, um memorial dedicado a milhares de famílias separadas pela Guerra da Coreia, a Ponte Dokgae, bombardeada durante a guerra e parcialmente reconstruída e vários monumentos como memoriais de guerra, a linha ferroviária destruída Gyeongui e um mirante com vista parcial.



Local onde é possível comprar as notas da Coreia do Norte

Depois seguimos para a DMZ, onde um policial norte-coreano entra no ônibus, olha os passaportes e libera a visita. Exatamente da divisa, de dentro do ônibus, conseguimos ver uma linha azul na estrada, que é a entrada na DMZ.


Ao entrar fomos direcionados para o 3o. túnel de infiltração, mas antes para um local para deixar todos os pertences e pegar um capacete de uso obrigatório. É expressamente proibido filmar ou fotografar dentro do túnel. O túnel é muito baixo em alguns pontos e fica perigoso bater a cabeça. Alguns locais fica molhado e tem uma descida bem grande, portanto a volta é cansativa. São 1,6km de extensão.

Local onde guardamos os pertences e pegamos o capacete

Depois que saímos do túnel tivemos um tempinho no pátio central, onde é permitido fotografar.

Voltamos para a parte da Coreia do Sul, dora da DMZ e fomos então para o observatório Dora, situado no topo de Dorasan, em Paju, que oferece vistas panorâmicas da Zona Desmilitarizada. Os visitantes podem ver o território norte-coreano através de binóculos. Muito pouca coisa dá pra ver.

Observatório Dora
 De lá visitamos o museu JSA, que só a Vip Travel pode levar. Conta com fotografias históricas, exibições multimídia e arquivos de guerra.

Seguimos para a ponte suspensa sobre o lago Majang, um lugar magnífico.




Voltamos a Seul e chegamos por volta das 15:30h. Já paramos em frente a Daiso de 12 andares, dessa vez para entrar e conhecer. É realmente assustador o tanto de coisa pra comprar e o tanto de gente lotando os 12 andares.




Continuamos por Myeongdong e testamos os produtos de beleza coreanos, experimentamos as gordices e voltamos passeando e vendo cerejeiras.

Testando produtos coreanos

Olha a crocx doce 

Fofinha essa cafeteria da Hello Kitty

O último e 9º dia fomos cedo tentar ver a troca de guardas no palácio. E deu certo. Nem precisa comprar tickets, pois a troca de guardas fica no pátio central antes da entrada do palácio. Quando chegamos a área já estava cercada com uma corda e cheio de gente. Conseguimos um bom lugar ainda e vimos uma cerimônia bem diferente de todas que tínhamos visto. Começou pontualmente as 10h e demorou 15min, mas foi um show. Acontece diariamente e em alguns horários, o primeiro é as 10h, com exceção das terças-feiras.





Saímos de lá e pegamos um ônibus para a N Seoul Tower. Ela tem 236 metros e está situada no topo do Monte Namsan, no coração da cidade. Oferece vistas espetaculares da cidade. Tem uma mureta gigante de cadeados. Tem uma pequena troca de guardas. 




milhares de cadeados

Troca de guardas da torre

Vimos o primeiro túnel multimídia do mundo de Led, pelo menos é o que dizem.



Queríamos ver mais cerejeiras, afinal, por sorte, pegamos a melhor época. Fomos ao Seoul Forest Park.  É mais um parque que uma floresta, mas é lindo e estava bem florido. Passeamos, curtimos e almoçamos por lá, uma daquelas comidas prontas das lojas de conveniências coreanas espalhadas pra todo lado. 












 
Nosso voo decolou no dia seguinte de Seul para Houston às 11:30h com chegada às 15:05h. Viajamos o dia todo e chegamos poucas horas depois (esse fuso horário deixa a gente maluca). Descansamos por uma noite no centro, Club Quarters Hotel Downtown.

Voo Seoul - São Francisco - Houston

Na manhã seguinte passeamos pela cidade e conhecemos o Buffalo Bayou Park, a região central e o Discovery Green. 
região central de Houston


Discovery Green

Buffalo Bayou Park



Recuperamos nossas forças e voltamos para o Brasil.


Se voltaria? É longe demais para repetir, com tanto lugar no mundo para conhecer. Mas quem sabe?










































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