Hungria, Eslováquia e Eslovênia juntas é sucesso!

Chegamos em Budapeste numa manhã de meados de junho, num voo direto da WIZZ vindo de Paris. Pegamos o ônibus 100E (sai a cada 15 min) na saída do aeroporto e em 30 minutos descemos na esquina do ROOMBACK Hotel, excelente e fica muito bem localizado no lado Peste da cidade. O ônibus paguei aproximando o cartão Wise no leitor dentro do ônibus. Nem precisei comprar ticket.

O hotel, gentilmente, nos permitiu entrar no quarto que já estava disponível antes mesmo do horário previsto para o check-in. Deixamos a bagagem e já saímos para passear.

Roteiro:
Budapeste - 3 noites
Bratislava - 1 noite
Liubliana - 3 noites

Começamos com um almoço no Mama Goulash e seguimos para a Basílica de Santo Estêvão, mas parei primeiro para experimentar o famoso sorvete flor, que realmente vale o hype. Bonito e gostoso.


A basílica é lindíssima, o interior é deslumbrante com suas colunas em mármore avermelhado e no altar-mor a estátua de Santo Estêvão em tamanho natural feito em mármore de Carrara. Ainda abriga a santa mão direita mumificada de Estêvão I em uma das capelas.




Santo Estévão em Carrara


local onde fica a mão direita mumificada de Estévão I

Continuando o passeio em direção ao Parlamento fui procurando as miniestátuas de bronze, escondidas por Budapeste, que é uma diversão a parte. Encontrei algumas com a ajuda do Google Maps. 




Chegando ao Parlamento ficamos impressionados com a grandiosidade do edifício. Existem visitas guiadas que precisam ser reservadas com antecedência, mas não fui.




De lá seguimos para a beira do Danúbio para visitar Os Sapatos. Esse memorial homenageia os mais de 10.000 judeus fuzilados à beira d'água após serem forçados a tirar os sapatos — um bem valioso na época — para que os corpos caíssem direto no rio.



Continuamos mais um pouco caminhando a margem do rio e voltamos ao hotel para descansar e refrescar. Em junho o calor estava intenso.

A noite voltamos a beira do Rio Danúbio e embarcamos em um belíssimo passeio de barco para apreciar Budapeste iluminada. O passeio pode ser comprado um pouco antes ou quase na hora e tem vários barcos que fazem o mesmo roteiro, alguns com drinks, outros com jantar e a minha opção que foi só curtir a paisagem mesmo. 






No dia seguinte, após o delicioso café do hotel, fomos de Bolt (tem Uber também) para o lado Buda da cidade. Chegamos ao topo, no Castelo de Buda, de onde se tem uma bela vista do lado Peste. Passeamos pelo pátio central, jardins, prédios históricos...



Vista do Parlamento do outro lado do rio 



Descemos um pouco e chegamos até a Igreja de Matias, um primor arquitetônico com seu telhado em cerâmica colorida. Em frente fica o Bastião dos Pescadores com bela vista para o Danúbio.



Bastião dos Pescadores




Igreja de Matias




Continuamos descendo e pegamos um Bolt para o Mercado de Budapeste. Passeamos, experimentamos frutas, compramos souvenirs e almoçamos por lá.


 

Dizem que é a melhor fruta do mundo - mangostão


De lá fomos ao Monumento do Milênio, localizado na Praça dos Heróis que celebra os 1000 anos da fundação do país. 

praça dos Heróis


Continuamos pelo parque, paramos para conhecer o Castelo de Vajdahunyad (que é um museu) e atrás dele encontrei mais uma miniestátua de bronze. 




Mais uma miniestátua pra conta

Seguimos caminhando até as Termas de Széchenyi, mas só vimos pelo lado de fora, estava muito quente para banhos termais.

Termas de Széchenyi

Na volta fomos conhecer o esplêndido New York Café, que foi o epicentro da vida literária húngara. Dizem que é o café mais bonito do mundo. Não conheço o mundo, mas é o mais bonito que conheço.





café Nova York



E encontrei mais uma miniestátua de bronze.



Saímos para jantar em um delicioso restaurante italiano perto do hotel.


Como tínhamos mais um dia completo em Budapeste e já tinha visto o lado peste no primeiro dia e Buda no segundo, decidimos visitar uma cidade pequena no interior da Hungria, chamada Szentendre (Sen-ten-dre), Santo André mesmo. Pegamos o metrô, descemos na estação de trem, compramos o ticket e fomos. O google maps nos ajudou e uma pessoa na estação também. A cidade fica a 20km ao norte. De trem leva 30 min de Budapeste e cabe tranquilamente em um bate e volta, inclusive tem barcos que levam até lá pelo Rio Danúbio.


Saindo da estação de Szentendre é só seguir o fluxo de pessoas, numa única rua principal e curtir cada cantinho daquela cidade fofa. Como a cidade fica a beira do Danúbio tem vários bares as margens do rio. 











Almoçamos uma maravilhosa pizza por lá e voltamos a tardinha para Budapeste.


Na volta, perto da estação de Budapeste ainda encontrei mais miniestátuas.



Como os dias são longos nessa época, ainda deu tempo de ir até a principal rua de compras de Budapeste e experimentar o Chimney Cake com sorvete. Achei parecido com um churros, mas com textura de pão. 
Rua Váci (Váci utca)


Ainda fomos passear a noite nos arredores do hotel.

Região do nosso hotel é cheia de restaurantes

Na manhã seguinte, após o café, seguimos de trem para Bratislava. Comprei pelo site oficial, reservei assentos, imprimi e levei a confirmação com Qrcode. Na estação Budapeste-Nyugati tem painéis que indicam em qual plataforma seu trem estará. Só entrar e se acomodar. O fiscal passa no decorrer da viagem conferindo os bilhetes.


Chegamos em Bratislava em torno de 12h e seguimos direto para o Hotel Tatra.

Estação de trem de Bratislava

Por sorte nosso quarto estava pronto, deixamos nossas malas e fomos passear. Começamos pelo castelo, que fica no alto e uma boa caminhada. 


Jardins do Castelo




Descemos passando pela catedral.





E chegamos ao centro histórico que é pequeno e bem fácil de conhecer. 




Praça principal de Bratislava

Passamos pelas ruelas, lojinhas e estátuas famosas, como o homem saindo do bueiro, a obra de bronze que retrata um trabalhador descansando. Seguimos caminhando e voltamos ao hotel.

Čumil, a estátua mais famosa da capital da Eslováquia


Logo que começou a escurecer fomos até a incrível Ponte UFO, que atravessa o Danúbio e tem um mirante espetacular para ver o por do sol.
Local aberto no mirante para apreciar o por do sol




Local fechado no mirante para apreciar o por do sol

barcos passando sob a ponte

Voltamos caminhando pela cidade já mais fresca e iluminada até nosso hotel. Ao lado do hotel fica o Palácio presidencial que tem uma bela fonte iluminada no jardim.

Estátua do soldado de Napoleão na praça principal de Bratislava



Palácio Presidencial

Na manhã seguinte, após o belo café da manhã do Hotel Tatra, fomos de Uber até a estação ônibus Nivy, de onde seguimos para o aeroporto de Viena (fica há 30 min) para retirar nosso carro alugado e seguir viagem para o próximo destino, Liubliana, na Eslovênia.

Deixamos a locadora do aeroporto e fomos em direção ao Parndorf Outlet. Um lugar agradável e com boas marcas. Mas só passeamos, almoçamos e retornamos para a estrada. 

Parndorf Outlet


Chegamos em Liubliana no fim da tarde. Nos hospedamos no Mozaik hotel, simples, mas bom, perto do centro histórico e com estacionamento. Deixamos o carro e fomos a pé conhecer a cidade.





Como era uma sexta-feira, tinha uma feira de comida em uma das ruas e ficamos por lá. A noite a cidade se ilumina e fica ainda mais linda. 

Feira de comidas as sextas - lotado




Na manhã saímos em direção ao lago Bled, mas estava tão congestionada a estrada que seguimos para o lago Bohinj e o teleférico de Vogel, com 1535m de onde tem a vista de cima do lago e das montanhas. Espetacular!

Vista do lago Bohinj



Cada trecho da estrada é um cartão postal.





Na volta de Bohinj, o lago Bled já estava mais vazio e pudemos contemplar o lago e o castelo de Bled.





 



Chegamos a tardinha em Liubliana.
Liubliana ao entardecer é linda!


Pela manhã desse dia visitamos o castelo de Liubliana, que fica no alto de uma colina no centro da cidade. De lá temos a visão completa da cidade. 

castelo de Liubliana





Depois seguimos para Postojnska Jama, onde fica a caverna mais famosa do país, a Caverna de Postojna. É um espetáculo. Primeiro pegamos um trenzinho que nos leva por 15 min para dentro da caverna, depois fazemos um trajeto a pé por 2 km acompanhados por um guia e retornamos no mesmo trem. A temperatura dentro da caverna é de 10º em qualquer época do ano. É preciso comprar o ingresso com horário marcado. Dei sorte e comprei para a hora seguinte que cheguei no local.







Continuamos o passeio de carro por uns 15 minutos e chegamos para ver o castelo que fica encravado em uma gruta. Surreal! Incrível!





Voltamos para Liubliana e jantamos no centro histórico com o simpático casal de Brasília que conhecemos, a Sônia e o In Loon Lim.

Famosa ponte dos dragões em Liubliana

Na manhã seguinte, retornamos a Viena e devolvemos o carro no Aeroporto. De Viena seguimos para Andorra e depois para a Espanha, mas conto em outro post.


Se voltaria? 
O interior desses países merecem outra viagem!

 




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